Atrapalha
3 janeiro, 2011
Ando me questionando, parada.
Coisas que uma boa parte desse mundo de gente se perguntou,
ou se irritou por não chegar a lugar algum num marzão de não-sei.
Imediatamente, ao me colocar a estalar o cérebro, resgato este mesmo início.
Acho que não gosto de pensar.
Não pensar, não raciocinar com esse raciocínio lógico, de sempre, tão cabível aos meus hábitos, é o mais inteligente.
Não é o pensar. Mas é que a escolha do não pensar me coloca num caminho de intuir outra forma.
Há algo que nos fala.
E o pensamento atrapalha ouvi-lo.
Não há que se pensar. Há que se botar logo, em ação e resultado, um agir que nos imprima uma coisa muito nossa.
Uma essência.
Um negócio que vai perdendo, deixando de ser o leito que guia o rio.
Pensar, isso sim, atrapalha.
20 fevereiro, 2011 at 4:51 am
Muitos lugares passados, lugares vazios
almas perdidas no vento,no tempo de uma escuridão fria.
Meus pensamentos trazem o tormento, da lembrança de dias felizes, com subidas e buzinas inquietas.
Meus olhares atentos em ti traziam-me ritmos suaves aos ouvidos.
Os músculos pesados, aos quais, não respondiam aos estímulos sonos que das chuvas vinham, só querendo chegar ao final.
Mesmo ao chegar, uma ansiedade de um novo dia, para o qual, olharia em seus olhos sinceros e assim poderia achar, a minha alegria.
24 março, 2011 at 2:59 pm
gostei.